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//segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
//Postado Por: Unknown

Os melhores smartphones até 500 reais

Até 500 Reais: Moto E 2015 e Redmi 2 (imagem acima) são referências na categoria.

Essa faixa de preço é muito diversificada, portanto, todo o cuidado é pouco na hora de fechar uma compra de até 500 Reais. O trabalho de pesquisa nessa gama de entrada deve ser feito aos moldes de garimpo, analisando cada opção e pesquisando por análises e experiências de uso.

Os melhores smartphones até 700 Reais

A faixa prodígio do mercado nacional é sem dúvida a que custa até 700 reais. Com esse valor é possível encontrar alguns smartphones com ótima relação custo/benefício, como o Quantum GO e o Redmi 2 Pro, por exemplo. Modelos da Asus, LG e da Motorola também figuram nessa faixa de preço com configurações bem interessantes.

Até 1.500 reais encontram-se os smartphones mais cobiçados do momento. Os ditos intermediários premium viraram o objeto de desejo de muitos usuários, modalidade que ganhou força em 2015 e deve ser agraciada com novos smartphones em 2016. Moto X PlayZenfone 2 e Xperia M4 Aqua são apenas alguns destaques dessa faixa de preço.

Esperamos que o artigo seja de boa ajuda.
Agradecidamente Maw5trap.inc

O quinto capítulo da série Modern Combat, da Gameloft, chega ao mercado cheio de ação e está gerando muita repercussão. Será que vai superar seus populares antecessores ou vai decepcionar?

O que há no novo capítulo

Modern Combat 5 (MC5) coloca você em ação rapidamente na pele de um soldado de forças de segurança chamado Phoenix, que você deve reconhecer por sua pequena atuação no Modern Combat 4.
Como na popular série de games Call of Duty, uma metrópole –Tóquio, neste caso - é atacada por um violento grupo de militantes. Assim, você terá de lutar contra eles em um conjunto de etapas contextualizadas em diferentes pontos da capital japonesa.
Cada nível do MC5 está dividido em diferentes capítulos. Cada um tem fases no estilo correr e atirar, baseadas em objetivos com tarefas comodesarmar bombas, e as que são multiplayer. Para economizar espaço no dispositivo, os capítulos podem ser baixados conforme você avança no jogo.
Há uma enorme variedade de armas para escolher, e você também conta com um esquadrão com quatro classes: ataque (assault),reconhecimento (recon), artilharia (heavy) e franco-atirador(sniper). As armas e classes são uma parte importante do jogo e afetam diretamente o nível de dificuldade de cada etapa. Por exemplo, algumas missões exigem que você liberte reféns que estão na mira das armas dos sequestradores. Se usar uma espingarda, seguramente vai matar os dois: o criminoso e o refém. Então, é uma boa ideia escolher uma arma mais precisa antes de entrar em cena.
Modern Combat 5 também tem um robusto modo multijugador compatível com até 12 jogadores simultâneos. Esta é a melhor forma de aproveitar o jogo em equipe, que permite entrar na luta facilmente com seus amigos. O multiplayer tem todos os modos clássicos de jogos FPS, como deathmatchcaptura de bandeira e “vale tudo” (free-for-all).
Quando testei o MC5, antes do lançamento, não havia (compreensivelmente) pessoas online para jogar em conjunto. Por isso, não posso comentar sobre a evolução que houve na jogabilidade. O que posso dizer é que os níveis parecem incrivelmente divertidos, e as análises prévias sobre o título eram positivas. 

Pegue sua arma e participe do combate

Os controles no Modern Combat 5 têm o mesmo problema enfrentado por muitos shooters em dispositivos touch: os joysticks na tela não respondem tão bem como controles reais. O joystick que controla seus movimentos está localizado no lado esquerdo da tela, e você especifica a direção movendo o polegar para a direita. O tiro, a granada, o zoom e os botões de habilidades especiais estão posicionados do lado direito da tela.
Os controles são responsivos em sua maioria, mas há alguns problemas, por exemplo a posição dos botões de tiro e de granada, que estão muito próximos um do outro. Houve alguns momentos em que eu acidentalmente joguei uma granada, e isso pode prejudicar seriamente a mecânica do game, especialmente se você está combatendo em lugares fechados. Isso não é uma falha do MC5, já que muitos outros títulos encaram a mesma questão. A Gameloft pretende lançar em breve suporte a gamepads. 

Visual e som do combate

Muito trabalho foi feito no Modern Combat 5 e a atenção aos detalhesé clara: os personagens parecem detalhados e fluidos nas animações, e os níveis são concisos o suficiente para não ficarem repetitivos. Não se trata exatamente de gráficos de games de console, mas ainda assim é um material topo de linha na categoria de títulos para dispositivos móveis.
Já o som do jogo é de alta qualidade. As armas têm efeitos sonoros próprios e outros tipos de ruído, por exemplo o de pneus derrapando, são bastante realistas. Também há toques mais sofisticados e sólidos de interpretação de voz, o que não é facilmente encontrado em jogos para celular. 

Apesar dos controles, ainda é ótimo para os fãs de FPS

Os controles podem ser irritantes e ruins, mas o Modern Combat 5 ainda é um game divertido com um multiplayer promissor. 

Dica de Game : Modern Combat 5 (Ios , Android e Windows Phone)

//quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
//Postado Por: Unknown
A Motorola decidiu dividir sua série Moto X em dois em 2015, oferecendo um modelo de especificações mais elevadas, o Moto X Style, e outro de características mais moderadas (inclusive o preço), o Moto X Play. Descubra nesse comparativo qual desses modelos é o perfeito para você.

Moto X Style vs. Moto X Play: Design

A diferença principal está no conceito pensado para cada um dos novos aparelhos. Enquanto a versão Style mantém uma estética premium e elegante, a edição Play tem um aspecto esportivo e jovem (mas também parece mais barato do que o Style).
As dimensões também mudam: o Style é o dispositivo maior: 153,9 x 76,2 x 6,1-11,06 mm, oferecendo uma excelente relação entre a tela e a carcaça (76%). O Moto X Play, por sua vez, conta com 148 mm de altura, 75 mm de largura e uma curvatura que vai dos 8,9 até os 10,9 mm. O peso, claro, também é maior no caso do Moto X Style (179 gramas frente aos 169 gramas do Play).

Moto X Style vs. Moto X Play: Tela

0,2 polegadas separam as duas telas. Enquanto a versão do Moto X Play possui uma diagonal de 5,5 polegadas, o Moto X Style conta com 5,7 polegadas. Mas essa não é a única diferença.
A resolução pula de FullHD a QHD do Moto X Play para o Style, oferecendo uma densidade de 403 ppp no primeiro e 520 ppp no segundo. Ambas as telas são protegidas por Gorilla Glass 3.

Moto X Style vs. Moto X Play: Software

Poucas diferenças serão notadas no quesito software entre ambos os dispositivos. Os dois chegam com Android 5.1.1 Lollipop sem interface proprietária.
A Motorola tem sido tradicionalmente rápida na hora de atualizar seus dispositivos. Por isso, tendo em conta que um sairá em Agosto e o outro em Setembro, é possível que tenham essas versões por pouco tempo e depois recebam o Android M.

Moto X Style vs. Moto X Play: Câmera

A Motorola não poupou esforços no que diz respeito às câmeras desses dispositivos, que chegam aos 21 megapixels com uma abertura de f/2.0 e são capazes de gravar vídeos em alta definição (30 qps no Play e 60 fps no Style). As câmeras frontais, por sua vez, apresentam 5 megapixels. A diferença é que o Style conta com flash de LED na câmera frontal.

Motorola X Style(Motorola)


O que torna o sensor do Moto X Style superior é o seu estabilizador de vídeo, sua rapidez de ativação, bem como alguns modos especiais e lentes otimizadas que integram a câmera frontal.

Moto X Style vs. Moto X Play: Bateria

No que concerne a bateria, um deles promete mais do que o outro. Trata-se nesse caso do Moto X Play, que chegará equipado com uma bateria de 3.630 mAh, prometendo alcançar dois dias de autonomia, ao passo que o Moto X Style trará uma bateria de 3.000 mAh.
Um ponto a favor do Style é a sua função de carregamento Turbo, que apenas com 15 minutos de carga garante 30 horas de autonomia. Em sua apresentação oficial, o carregamento rápido do Moto X Style resultou ser 50% mais rápido do que o do Galaxy S6.

Moto X Style vs. Moto X Play: Disponibilidade e preço

O Moto X Style estará disponível em Setembro, ao passo que o Moto X Play chegará em Agosto a mais de 55 países (o Brasil deve estar entre eles).
Quanto ao preço, o Moto X Play custará R$ 1.499,00 com 32 GB, carregador TurboPower 15 e capa extra. O preço do Style custará R$1.900.00

"É nítido ver a diferença entre os dois e qual é o melhor em custo e benefício , em nossas pesquisas , a melhor opção de compra é o Moto X Play , por obter ótimo desempenho e preço acessível e compatível ao seu desempenho."
Escrito por Maw5trap.inc

Moto x Style vs Moto x Play

//terça-feira, 8 de dezembro de 2015
//Postado Por: Unknown
Anunciadas na CES 2014, os televisores da linha Bravia, da Sony, capazes de rodar jogos através do serviço de streaming PlayStation Now, chegarão ao mercado norte-americano em junho. Serão nove modelos, com preços que irão variar entre US$ 2100 e US$ 25 mil.
O PlayStation Now permitirá que os donos de TVs da linha Bravia acessem jogos de PS1, PS2 e PS3, com um DualShock 3, através de uma conexão de rede.
Além do serviço, todas as TVs terão suporte para a tecnologia Ultra HD, que apresenta resolução de 4 mil pixels em cada linha, quatro vezes mais alta que o Full HD (em termos de área), de 2 mil pixels por linha.
A Sony do Brasil ainda não anunciou quando esses televisores chegarão ao mercado nacional.
Pelos poderes da Nuvem
Além das TVs Bravia, o PlayStation Now poderá ser acessado através de outros aparelhos da Sony, como PS4 e PS Vita.
O serviço está em fase de testes fechados. A previsão é que seja lançado primeiramente nos EUA e Canadá, seguido por Japão (no final do ano) e Europa (início de 2015).
Não há previsão para a chegada no Brasil.

Televisores Sony com suporte ao PlayStation Now chegam nos EUA em junho

//segunda-feira, 21 de abril de 2014
//Postado Por: Unknown
Lançado no Japão em 21 de abril de 1989, o Game Boy não foi o primeiro console portátil, mas foi, sem dúvidas, o mais importante. Talvez os jogadores de gerações mais recentes não entendam o impacto desse videogame, mas ele foi fundamental para o surgimento de franquias consagradas como "Pokémon".
É possível estabelecer um paralelo válido entre o Game Boy e os smartphones de hoje em dia, que permitiram executar os trabalhos do computador sem a necessidade de estar preso a uma máquina fixa. O pequeno notável da Nintendo fez uma revolução tão grande quanto o Atari 2600, que popularizou os consoles caseiros – apesar desse também não ter sido o pioneiro na área, pois o Magnavox Odyssey veio bem antes.
Muito antes do Game Boy, já em meados da década de 1970, havia pequenos jogos eletrônicos de bolso produzidos pela Mattel. Em 1980, a Nintendo começou a lançar uma série de portáteis com apenas um título cada, chamados Game & Watch. Reza a lenda que Gunpei Yokoi, que anos depois criaria o Game Boy, viu um homem entediado brincando com uma calculadora e teve a brilhante ideia de transportar isso para o universo dos games.

No entanto, esses jogos eram meros passatempos simples e descompromissados. A grande inovação do Game Boy foi levar para os portáteis a complexidade de consoles de mesa, permitindo que se tenha a experiência completa de um título de peso em qualquer lugar. Tá certo, no começo não era bem assim: a psicodelia pixelada quase monocromática do Game Boy era alimentada por um processador de modestos 3,59 Mhz, o que não permitia grandes ousadias.



Mesmo com jogos em preto e branco, gráficos que não passavam de borrões de pixels e ruídos simples incompreensíveis, o Game Boy permitia a conexão entre os jogadores por meio do nostálgico e inovador cabo link. Graças a essa função, tornou-se possível jogar com outras pessoas mesmo num portátil, o que foi a base para a aparição dos monstrinhos de bolso da série "Pokémon".
O mais importante é que o saudoso console criou um conceito que perdura até os dias de hoje e que ficou cada vez mais vibrante a cada nova geração. Com os sucessores Color, Advance e, posteriormente, a família DS, além dos concorrentes PSP, Vita, Game Gear e os smartphones, ficou claro que os portáteis têm o potencial de levar os games a todos os cantos. Os títulos ficaram cada vez mais complexos à medida que a capacidade de processamento foi aprimorada. Se hoje podemos jogar títulos de peso em qualquer canto, isso se deve ao legado do Game Boy.
Indo dos games da própria Nintendo como “Legend of Zelda: Link’s Awakening”, “Oracle of Ages/Seasons”, “Kirby’s Dream Land”, duas gerações de “Pokémon”, “Metroid II” e “Super Mario Land” aos desenvolvidos por empresas third party como “Final Fantasy Adventure”, “Metal Gear Solid”, “Castlevania II: Belmont’s Revenge”, “Mega Man V” e “Ducktales”, a biblioteca de jogos do Game Boy original (o bom e velho 'tijolão' e suas variações, como Color, Pocket e Light) era extensa e variada.
Um verdadeiro marco na história dos videogames, o nostálgico Game Boy deu o pontapé inicial para toda uma indústria de portáteis há exatos 25 anos e sempre será lembrado pelas futuras gerações.





http://www.youtube.com/watch?v=zEzT-GmEFc0&feature=youtube_gdata_player

Antes de "Call of Duty", havia "Halo". Antes de "Halo",
"Counter-Strike". E por aí vai.

Desde o início dos anos 1990, shooters em primeira
pessoa têm um lugar importante no centro da indústria.
Milhões e mais milhões de cópias de jogos de tiro são
vendidas todos os anos. E dentre os lançamentos é
sempre possível identificar um grande destaque, que
pode ser descrito como 'a cara do gênero'.

"Call of Duty 4: Modern Warfare" marcou a ascenção da
série da Activision ao desejado posto, e mesmo hoje,
seis anos depois, "Black Ops II" ainda renova a posição
da marca no topo do gênero, quebrando vários recordes
de vendas.
Mas os tempos mudam, e da mesma forma que "Call of
Duty" roubou a coroa de "Halo", uma outra série pode
assumir seu lugar a qualquer momento. Isso não
aconteceu até agora, mas a chegada de uma nova
geração tem o potencial de mudar completamente o
cenário. "Ghosts" está a caminho, mas outros fortes
concorrentes também preparam suas armas para entrar
na arena.
Qual será o game que você escolherá para saciar sua
vontade de um bom shooter a partir do fim do ano?
Um "Call of Duty" novo por ano já é tradição. Mas,
diferente de seus predecessores, "Ghosts" promete fazer
uma pequena revolução no conceito do que é um jogo
da série.
O multiplayer do game terá pela primeiras vez soldados
personalizáveis, mapas dinâmicos, e até mesmo novos
comandos, como as possibilidades de escorregar após
uma corrida e inclinar-se na beira de uma parede. Essas
mudanças deverão diferenciar o título de seus
antecessores sem com que o ritmo acelerado da
experiência conhecido por fãs seja alterado.
Como sempre, "Ghosts" terá uma separação clara entre
campanha e multiplayer. Sua trama terá como cenário
um mundo em que os EUA não são mais considerados
uma superpotência e soldados de todas as divisões das
Forças Armadas do país precisam unir-se para combater
um novo oponente misterioso.

Sempre no encalço de "Call of Duty", a série de shooters
de maior sucesso da Electronic Arts continuará sua
caçada na nova geração. A proposta de "Battlefield 4" é
a de incrementar as experiências vistas em seu
predecessor com gráficos mais avançados do que nunca.
A volta do 'Commander Mode' de "Battlefield 2142" , que
dá ao jogador uma visão estratégica do mapa do campo
de batalha e a possibilidade de coordenar os esforços de
seus companheiros, é uma das novidades do
multiplayer, que terá cenários inteiros construídos em
torno da dinamicidade.
No novo game, jogadores ganharão as habilidades de
revidar investidas com facas, atirar enquanto nadam e
até mesmo mergulhar para evitar os olhos inimigos. Pelo
que a EA indica, "Battlefield 4" oferecerá o mesmo tipo
de conteúdo de "Battlefield 3" – mas maior do que
nunca.

Um dos novos desafiantes no campo dos shooters é
"Titanfall" , da Respawn Entertainment – estúdio criado
pelas principais mentes por trás da concepção de "Call
of Duty". Abraçando temas de ficção científica, o jogo
parece ter o mesmo foco na ação acelerada da série de
shooters militares da Activision, mas com algumas
grandes diferenças.
Mais ágeis, os personagens jogáveis do título são
chamados 'pilotos'. Eles conseguem realizar manobras
acrobáticas como correr pelas paredes que verticalizam
os combates, e ganham o título que têm por serem
capazes de pilotar enormes robôs humanoides
chamados 'Titans' durante enfrentamentos.
Mesmo sendo exclusivamente multiplayer, "Titanfall"
terá alguns elementos próprios de um game para uma
única pessoa embutidos em sua jogabilidade, como uma
trama, cutscenes e até mesmo personagens controlados
pelo computador.

"Destiny" , por sua vez, é o novo projeto dos criadores
de "Halo". Tendo como cenário um universo pós-
apocalíptico em que alienígenas são oponentes que
empurraram a humanidade à quase extinção, o jogo
apresenta-se como o mais ambicioso dessa nova leva
de shooters.
No papel de um 'Guardião da Cidade', os protetores da
humanidade, jogadores deverão explorar livremente as
áreas desse 'shooter de mundo compartilhado',
conforme descrito pelo estúdio Bungie. Nele, mesmo
quando estiverem jogando sozinhos, os fãs poderão
deparar-se com outros usuários ou até mesmo eventos
online repentinos remanescentes de MMOs.
Pontos de experiência, níveis e até mesmo 'loot' serão
outros elementos herdados dos RPGs online que estarão
presentes em "Destiny" , que parece expandir os
conceitos de "Borderlands" a um nível ainda não
pensado pela Gearbox Software.

Conheça os shooters que disputam o trono de "Call of Duty"

//quarta-feira, 10 de julho de 2013
//Postado Por: Unknown

Ele virou meme na
internet, mas a Activision parece nem
ligar para isso. Riley, o companheiro
canino do jogador em “Call of Duty:
Ghosts” é levado a sério pela empresa.
Segundo os representantes da Infinity
Ward no estande da Activision na E3
2013, essa é uma das novas técnicas
de infiltração que os militares norte-
americanos utilizam atualmente.
Mas antes de falar sobre o infame
cachorro é preciso falar um pouco da
história de “Ghosts”, que segue em uma realidade alternativa em que os
eventos de "Mordern Warfare" nunca aconteceram, seus personagens
nunca existiram. Aqui é um novo conflito. Uma nova guerra.
Os detalhes são escassos, mas sabemos que um ‘grande evento’
aconteceu nos EUA há 10 anos, acabando com seu status de
superpotência mundial.
Em vez de um monte personagens sem muita relação entre si, como nos
jogos anteriores, aqui você vai acompanhar a história de dois irmãos
que fazem parte de um grupo de soldados chamados Ghosts, que vão
lutar contra uma força desconhecida, mas, ao que parece, tem ligação
com as companhias petrolíferas da América do Sul.

Uma guerra animal
Durante a E3 a Activision fez uma apresentação que mostrou três partes
da campanha solo. A primeira delas, No Man’s Land, se passa em San
Diego, agora uma cidade devastada, com casas caindo aos pedaços,
prédios desmoronando e ruas destruídas. A mata tomou conta do lugar,
dando a impressão de ser qualquer lugar - menos uma cidade dos EUA.
Essa parte foi bastante focada na
forma em que Riley é usado no
jogo. O seu 'pet' é muito mais do
que um companheiro controlado
por inteligência artificial. Na
verdade ele é uma ferramenta de
reconhecimento, que se esgueira
pela mata, identifica e ataca
inimigos desavisados.
O jogador controla o cão com um
tablet, dando ordens para ele
andar sorrateiramente, latir para
chamar atenção ou pular num
pescoço dando mole.
Ou seja, ele age como um drone
dos games anteriores. Logo no
começo da demonstração vimos o cachorro ser a principal arma para se
infiltrar em um acampamento tomado por um exército inimigo.
Essa parte do jogo foi bem tensa, com muitos momentos de ação e
adrenalina. Porém pude notar que os inimigos não atacavam o cachorro.
Na verdade eles fugiam de medo, ficando vulneráveis a disparos do
soldado controlado pelo computador.
O produtor que fazia a apresentação foi questionado sobre o que
acontece quando o cachorro é morto pelos inimigos e ele respondeu o
seguinte: “O que acontece quando seu personagem morre?” – deixando
claro que Riley é uma extensão essencial do personagem do jogador.

Uma guerra mascarada
A segunda parte da demonstração acontece na cidade de Caracas,
Venezuela. Lá os Ghosts devem invadir um prédio comercial bem alto e
eliminar um alvo não revelado.
Como era noite, os fantasmas vestidos de preto utilizam uma técnica de
rapel para descer pela lateral do prédio e eliminar uma série de soldados
inimigos. Nesse ponto a apresentação do jogo parecia seguir a linha dos
jogos de Tom Clancy, como “Rainbow 6” ou os atigos “Splinter Cell”,
dando mais atenção à parte tática do que no confronto direto.
Depois de eliminar alguns soldados inimigos, o seu personagem entra na
sala de energia do prédio, adiciona uma bomba e elimina um esquadrão
de reconhecimento sem chamar atenção.
Ao sair pela janela o jogo mostra uma cena em que o seu soldado
elimina mais uns três inimigos sorrateiramente, mas a tela apaga e
aparece uma legenda que diz “momentos depois”. A cena corta para o
prédio em que os Ghosts estavam desabando. A cena foi rápida, mas
bastante emocionante.
A terceira e última parte da apresentação, Into the Deep, mostra os dois
irmãos no fundo do mar do Caribe em busca de um navio. O cenário é
simplesmente fantástico, dá a impressão de estar assistindo a um
documentário sobre a vida marítima do National Geographic ou coisa
parecida.
Essa fase, quase uma tech demo, serviu para mostrar a técnica de
refração de luz da nova engine de “Call of Duty”, pois os soldados
passaram o tempo todo nadando em direção ao objetivo. Apenas no final
da demonstração houve um pouco de ação, mas nada muito
impressionante.
No final das três demonstrações ficou claro que a Infinity Ward e a
Activision vão continuar a entregar aos fãs da série o que eles querem:
ação incessante, momentos tensos e uma história cinematográfica.
Tudo ficou mais bonito com a nova engine, desenvolvida para receber de
braços abertos a nova geração de consoles. Tudo é muito bonito, muito
detalhado e em nenhum momento o jogo engasgou ou mostrou uma
deficiência técnica.
Mas continua sendo “Call of Duty”, sem tirar nem por. É um jogo de ação
excelente, sim, só que sem novidades substanciais de verdade. É como
dizem: em time que está ganhando não se mexe – e esse ditado é
seguido ao pé da letra pela Activision.

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 Após a recepção pouco calorosa dos jogadores ao passe online, a Electronic Arts anunciou que vai abrir mão desse sistema nos seus games.

"Sim, estamos abrindo mão do Online Pass. Nenhum de nossos novos títulos terá essa opção", explicou John Reseburg, diretor sênior de comunicação coorporativa da Electronic Arts.

"Inicialmente lançado como um esforço para entregar opções completas de conteúdo online e serviços, muitos jogadores não curtiram o formato. Ouvimos o que eles disseram e decidimos abrir mão [do passe]", explicou Reseburg.

Alguns jogos da empresa, como "Battlefield 3" e "Need for Speed Hot Pursuit", usam o passe online na modalidade multiplayer. Caso o código encartado na caixa do game já tenha sido usado, o jogador precisa pagar uma taxa para conseguir uma nova numeração e ganhar acesso completo às opções em rede.

O passe online foi adotado por várias empresas como uma forma de diminuir a compra de jogos usados. Além da Electronic Arts, Sony, Warner Bros. e outras companhias também recorreram à opção em alguns de seus títulos.

Electronic Arts abandona passe online para seus jogos

//sexta-feira, 17 de maio de 2013
//Postado Por: Unknown


Você está jogando seu FPS favorito, se depara com o líder em baixas da sala, não dá nem tempo de pensar em mirar nele e... já era. Eliminado. “Cheater”, você logo pensa. Mas muito do que reflete as habilidades de seu oponente pode estar escondido atrás de um bom mouse.
 Para começar, um bom mouse não é só aquele que é leve ou que encaixa bem na sua mão. Trata-se de uma união de características - muitas delas bem técnicas - que determina se o mouse pode ou não ter uma boa performance em jogos. Entretanto, dados técnicos não são tudo: nunca deixe de testar o mouse em questão para ver se ele é mesmo a sua “cara”.

Eis os fatores que você deve levar em consideração:
 Resolução
Medida por DPI (pontos por polegada, traduzido do inglês), é a referência mais comum para aferir a sensibilidade do mouse: quanto maior o valor, mais sensível. Os mouses mais modernos já possuem um botão específico para configurar a sensibilidade, descartando a necessidade de usar um software. Frequentemente o ideal é um valor de sensibilidade não tão alto, sendo importante regular a taxa de captação para um valor maior.

Taxa de Captação
Comumente conhecida entre os gamers por “Polling Rate”, a taxa de captação é o valor em Hz (Hertz) do intervalo em que o mouse manda informações para o computador. Ou seja, uma taxa maior significa que o mouse manda mais vezes as informações de sua posição. Há quem acredite usar um valor mais alto faz decair a vida útil do mouse. Nada confirmado, na realidade.

Peso e tamanho
São dois fatores determinantes em um mouse. Felizmente, hoje em dia, os bons mouses vêm com regulagens para controlar o peso. Em relação ao tamanho, vai do gosto e, por isso mesmo, é bom testar o mouse antes: alguns mouses são pequenos e outros grandes demais, o que prejudica a jogatina e, mais ainda, as tarefas cotidianas.
Aceleração
A taxa de aceleração também está atrelada à resolução do mouse e, nos modelos mais novos, costuma a chegar em até 30g (onde “g” significa gravidade), ou seja, 30 vezes a força da gravidade. Na prática, é meio que “perfumaria”: confie sempre mais na resolução e taxa de captação do seu mouse.
Com ou sem fio?
Aqui a pergunta é retórica, pois geralmente os mouses sem fio são mais pesados que os com fio e, se você busca de fato mais precisão nos movimentos, vai optar por escolher um bom mouse com fio que possua ajuste de peso.
Selecionamos cinco modelos de mouse que figuram nas prateleiras brasileiras como opção para quem quer desfrutar máxima performance em games:


Vídeo no YouTube mostra cena inicial de 'Episódio IV' feita com blocos.
Usuário recriou outras cenas dos filmes em 'Minecraft'.

Um fã da série de filmes "Star Wars" recriou no game independente "Minecraft" cena inicial clássica do primeiro filme da saga, "Episódio IV: Uma Nova Esperança" usando os blocos do game para criar as naves e os personagens.



O vídeo foi feito pelo usuário "ParadiseDecay" no YouTube e tem pouco mais de cinco minutos. Ele diz ser fã do jogo de mundo aberto e visual baseado em blocos que permite ao jogador criar praticamente tudo o que quiser usando diferentes materiais como pedras, minérios e madeira, por exemplo.
Ele não informou quanto tempo levou para construir as naves espaciais e personagens usando os blocos de "Minecraft" e ainda gravar o vídeo, que usa o som e as músicas originais de "Star Wars".



Além da cena clássica de "Episódio IV", "ParadiseDecay" recriou também outras cenas importantes da série de filmes criadas por George Lucas como a fuga no campo de asteroides em que Han Solo pilota a nave Millenium Falcon e a batalha de Hoth, ambas de "Episódio V: O Império Contra-Ataca" e o confronto na trincheira da Estrela da Morte, onde Luke Skywalker explode a arma gigantesca do império em "Episódio IV" (clique aqui para assistir a mais vídeos).
Ele prometeu criar mais vídeos baseados nas cenas do filme usando "Minecraft".

Fã recria cena clássica de 'Star Wars' no game 'Minecraft'

//sexta-feira, 10 de maio de 2013
//Postado Por: Unknown
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Além de "Tekken Tag Tournament 2", mais um game passa a integrar a lista de jogos da edição deste ano do campeonato EVO: "Injustice: Gods Among Us".

"Injustice: Gods Among Us" não apareceu na lista inicial de jogos do EVO porque os organizadores gostariam de se despedir de "Mortal Kombat", mas mudaram de ideia e optaram por ter ambos os games na competição.

Veja a seguir os nove jogos confirmados para a edição 2013 do EVO:

OS JOGOS DO EVO 2013
Injustice: Gods Among Us
Super Smash Bros. Melee (escolhido pelos jogadores)
Persona 4 Arena
King of Fighters XIII
Street Fighter X Tekken
Tekken Tag Tournament 2
Ultimate Marvel vs. Capcom 3
Super Street Fighter IV: Arcade Edition
Mortal Kombat
O Evo 2013 acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos, de 12 a 14 de julho. A mais popular categoria do torneio é a de "Super Street Fighter IV: Arcade Edition". Na edição passada quem venceu foi o sul-coreano Seon-Woo-Lee.


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Falando à revista Game Informer, Shuhei Yoshida, presidente da Sony Worldwide Studios, disse que a ideia de exigir que o PlayStation 4 estivesse sempre conectado à internet não chegou a ser considerada pela empresa.

"Se nós consideramos [a opção sempre online]? Não. A razão principal é que muitos países não têm boas conexões com a internet. Isso faz sentido para pessoas que tem internet para jogar games online, mas para jogar offline há muitos países que vimos que realmente não possuem um bom serviço de banda larga", explicou Yoshida.

O comentário pode ter sido uma reação aos rumores que circulam na rede há algum tempo, de que o sucessor do Xbox 360 vai exigir conexão constante com a internet.

Caso isso seja real, a confirmação será feita em um evento agendado para 21 de maio, no qual a Microsoft vai revelar o novo console e que será transmitida ao vivo pelo UOL Jogos.

Anunciado na conferência PlayStation Meeting realizada em 20 de fevereiro, o PlayStation 4 está agendado para chegar às lojas no final do ano. O preço do videogame ainda não foi divulgado.
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Em conferência para discutir o encerramento do último ano fiscal da Electronic Arts, foi informado que a companhia demitiu cerca de 900 funcionários ao redor de globo como parte de uma iniciativa de reestruturação organizacional.

Na ocasião, Blake Jorgensen, chefe de finanças da Electronic Arts, informou que isso também tem relação com o período de transição para a próxima geração de consoles, e que a empresa tem planos de diminuir suas contas em 10% visando reduzir custos.

Com as demissões, foi informado que a Electronic Arts vai gastar US$ 16 milhões em pagamentos pelas suspensões de contratos.

Essa onda de cortes leva o crédito pelo fim do estúdio de desenvolvimento mobile da EA aqui no Brasil. O escritório era responsável pela localização de diversos títulos da empresa para o mercado nacional. O estúdio colaborou na produção de títulos da EA para Android.

De acordo com a Electronic Arts, até março de 2012 a empresa tinha cerca de 9 mil funcionários contratados, espalhados pelos seus estúdios.

História que se repete

Essa não é a primeira vez que a Electronic Arts fala sobre demissões de funcionários neste ano. Em fevereiro, a empresa anunciou que havia diminuído o número de profissionais das instalações de Los Angeles, Montreal e "outras localidades menores".

Nessa ocasião, a empresa também fez cortes na Visceral Montreal, que trabalhou em "Army of Two: The Devil's Cartel" para PlayStation 3 e Xbox 360.


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Assista ao novo video que fará você viajar um pouco na nostalgia gamer!!!
By KingdomGamesBR

Fãs de "Gran Turismo" podem ter uma surpresa em breve: foi agendado para 15 de maio um evento para falar sobre o futuro da série.

"Junte-se a nós para celebrar os 15 anos de 'Gran Turismo' e descobrir anúncios empolgantes sobre o seu futuro", diz um convite enviado a membros da imprensa.

A 'festa' acontece no famoso circuito de Silverstone, na Inglaterra, e tem até um vídeo promocional; veja abaixo:



Apesar de não haver confirmação, há chances de que "Gran Turismo 6" seja anunciado neste evento. É sabido que o game já está em desenvolvimento, e que deve sair para PlayStation 3.

Além de informações vindas da rede varejista norte-americana Newegg, o presidente da divisão europeia da Sony, Michael Denny, deixou escapar em fevereiro que a atual geração ainda tinha bastante fôlego pela frente, principalmente por lançamentos como "Beyond: Two Souls", "The Last of Us" e "Gran Turismo 6".

Também foi informado que os produtores de "Gran Turismo" já estavam fotografando carros para a versão do jogo para PlayStation 4, mas não há outras informações sobre essa edição do game.

O game mais recente da série é "Gran Turismo 5", lançado em 2010 exclusivamente para PlayStation 3.





A Marvel Comics liberou um preview das páginas de Olivier Coipel para X-Men #1, a nova série mutante que estreia no final deste mês. Apesar do "men" do título, a revista vai estrelar uma equipe só de mutantes mulheres.

Na descrição da trama de Brian Wood: "um velho inimigo bate à porta dos X-Men, buscando proteção de um força maligna que está voltando à Terra. Enquanto isso, Jubileu voltou para casa e trouxe consigo um bebê órfão que pode ser chave na sobrevivência da Terra... ou na destruição! À beira de uma invasão alien e de uma guerra entre irmãos que já perpassou eons, Tempestade toma a dianteira e organiza uma equipe para proteger a criança e deter uma nova ameaça que pode aniquilar tudo no Universo Marvel!"

Apesar da trama meio à parte do resto do Universo X - como sua predecessora "sem adjetivo" -, a série vai participar da grande saga em comemoração aos 50 anos dos X-Men, Battle of the Atom, que começa em setembro.

X-Men | A nova série que irá trazer só mulheres mutantes

//terça-feira, 7 de maio de 2013
//Postado Por: Unknown

Meses após a revelação oficial de que "Plants Vs. Zombies" receberia uma continuação, a PopCap Games revelou oficialmente nesta segunda-feira (6) a existência de "Plants Vs. Zombies 2: It's About Time".

Confirmado até o momento apenas para PC, o game de estratégia em tempo real tem lançamento previsto para julho deste ano.

O estúdio ainda não divulgou detalhes oficiais do título, mas já revelou que ele terá novos modos, plantas e zumbis, que deverão aprofundar a experiência do original, que tornou-se um favorito dos fãs do gênero
Plantas e zumbis em guerra

O primeiro game, "Plants vs. Zombies", segue o estilo "Tower Defense" - em que o jogador constrói estruturas para impedir uma invasão -, porém de uma maneira única, aliando ação, estratégia e muito carisma. A ideia é defender o gramado de sua casa contra zumbis apenas plantando diversos tipos de vegetais, que vão derrubar as hordas de mortos-vivos com seus ataques.

"Plants vs. Zombies" está disponível para PS3, Xbox 360, PC, PS Vita, celulares e Nintendo DS.



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