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//segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
//Postado Por: Unknown

Implosion é um jogo de ação no estilo hack'n slash para Android e iOS. Em uma produção incrível, com belas cinemáticas e gráficos que se equiparam aos jogos dos consoles, o game é imperdível para quem procura um autêntico jogo AAA para smartphones e tablets.
Nossa opinião
Em Implosion, a humanidade deixou a Terra há muitos anos. Porém, Jake, personagem controlado pelo jogador, precisa retornar, mesmo com a insistência do seu tio de que a Terra nunca mais deve ser visitada.
A história começa com uma Terra deserta. Porém, seres chamados Xada estão infestando o planeta e parecem receber ajuda de alguma força inteligente. Sua missão será passar por várias fases e descobrir o que está acontecendo.
A jogabilidade captura elementos de jogos como God of War e Devil May Cry. Os combates são rápidos e a ação é muito frenética. O destaque da jogabilidade são os combos. Há muitos botões com habilidades que podem ser “linkados” com os ataques normais.
O visual de Implosion é impressionante. Desde a abertura com uma bela cena em CG, passando pelo efeito da espada ao bater nos inimigos, este é um game que representa bem o que deveriam ser os jogos de celulares. O design dos robôs que o jogador controla são muito bonitos e os cenários são bem variados.
O jogo não possui compras embutidas e a jogabilidade é tão equilibrada que muitas vezes você vai pensar que está jogando um game de console. As fases duram em torno de 10 minutos, mas são bastante intensas com um nível de dificuldade acima da média de outros jogos.
Com uma direção de arte muito boa, Implosion é um jogo impressionante. O game foi criado por produtores famosos, como o designer de som dos filmes da trilogia O Senhor dos Anéis.

Prós
Gráficos muito bonitosSem compras embutidas
Muitas fasesCenas em CG

Contras
Não há


Dica de Game : Implosion(Android e Ios)

//domingo, 13 de dezembro de 2015
//Postado Por: Unknown
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Descrição

Need for Speed No Limits é um jogo de corrida da famosa franquia da Electronic Arts em que seu objetivo é pisar fundo no acelerador para vencer os adversários em novos desafios. Corra pelas ruas de todo o mundo em campeonatos incríveis e feitos na medida para os amantes de velocidade.
Você poderá comprar carros do mundo real para competir nas provas à medida que você vence corridas. Quanto mais grana você tiver, mais poderosos serão os veículos que será possível adquirir. É possível investir em modelos de mercas reconhecidas como Ford, Chevrolet, Ferrari, Renault entre muitas outras.
Também é possível montar seu veículo do seu jeito, com mais de 250 milhões de combinações de peças. Realize modificações estéticas e estruturais e avance pelo campeonato com um carro cada vez mais poderoso.
Você também terá muitos modos de jogo para se divertir. Além do campeonato mundial, poderá ainda brincar com vários tipos de pistas únicas e treinamentos, bem como o modo multiplayer. Entre em uma equipe de corrida poderosa e divirta-se!

Nossa Opinião

Need for Speed No Limits é mais um jogo de corrida da famosa franquia da EA que oferece muitos carros oficiais, pistas alucinantes e desafios divertidos para você enfrentar. Entre em um mundo de alta velocidade e muita diversão que não deixa espaço para perdedores.
O título espanta pelos gráficos. Ainda é possível perceber certa limitação em relação aos consoles, mas Need for Speed No Limits extrapola tudo o que há de mais avançado nesta área, apresentando partículas, chuvas e reflexos de cair o queixo.
Além disso, as animações do game provam que a barreira entre o mercado móvel e o de PC/consoles não deve sobreviver por muito tempo. É realmente um passo à frente devido a excelente qualidade de animações e movimentação.
A Electronic Arts ainda caprichou na produção visual do game como um todo, com menus e demais elementos do jogo apresentandou uma produção de primeira. Novamente, é algo digno de jogos de consoles e computadores. Assim, a experiência fica muito mais rica e cativante.

Jogabilidade bem estruturada

Need for Speed No Limits foi todo construído de uma maneira brilhante. Você entra para uma equipe de corrida e deve competir contra outros times pelo campeonato mundial. Tudo isso é feito lentamente, com muitas provas que precisam ser disputadas ao redor do globo, garantindo muitas horas de jogatina para o player.
Além disso, você pode jogar com carros reais, um dos pontos mais divertidos dos games de corrida. São diversos modelos licenciados produzidos com bastante espero pela EA, cada um com detalhes exclusivos e potencias exclusivos.
Você ainda poderá pegar cada um desses carros e realizar aprimoramentos diversos, tanto internamente quanto externamente. A desenvolvedora garante que é possível criar mais de 250 milhões de combinações com todos os recursos oferecidos.

Pensado nos mínimos detalhes

O jogo está totalmente traduzido para o português, o que é bem interessante, já que o título conta com uma quantidade enorme de diálogos. Além disso, o game tem menus muito bem localizados e de fácil acesso para qualquer tipo de jogador.
Para completar, é muito fácil controlar o carro. Basicamente você deve tocar nos cantos da tela, fazendo com o que o carro se movimente para a esquerda e para direita. Também é possível ativar o nitro deslizando o dedo para cima.
Need for Speed No Limits é um jogão de corrida, sem nenhuma sombra de dúvida. Ele é um dos games mais bonitos já produzido para smartphones e merece ser experimentado por todos aqueles que amam velocidade.
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O quinto capítulo da série Modern Combat, da Gameloft, chega ao mercado cheio de ação e está gerando muita repercussão. Será que vai superar seus populares antecessores ou vai decepcionar?

O que há no novo capítulo

Modern Combat 5 (MC5) coloca você em ação rapidamente na pele de um soldado de forças de segurança chamado Phoenix, que você deve reconhecer por sua pequena atuação no Modern Combat 4.
Como na popular série de games Call of Duty, uma metrópole –Tóquio, neste caso - é atacada por um violento grupo de militantes. Assim, você terá de lutar contra eles em um conjunto de etapas contextualizadas em diferentes pontos da capital japonesa.
Cada nível do MC5 está dividido em diferentes capítulos. Cada um tem fases no estilo correr e atirar, baseadas em objetivos com tarefas comodesarmar bombas, e as que são multiplayer. Para economizar espaço no dispositivo, os capítulos podem ser baixados conforme você avança no jogo.
Há uma enorme variedade de armas para escolher, e você também conta com um esquadrão com quatro classes: ataque (assault),reconhecimento (recon), artilharia (heavy) e franco-atirador(sniper). As armas e classes são uma parte importante do jogo e afetam diretamente o nível de dificuldade de cada etapa. Por exemplo, algumas missões exigem que você liberte reféns que estão na mira das armas dos sequestradores. Se usar uma espingarda, seguramente vai matar os dois: o criminoso e o refém. Então, é uma boa ideia escolher uma arma mais precisa antes de entrar em cena.
Modern Combat 5 também tem um robusto modo multijugador compatível com até 12 jogadores simultâneos. Esta é a melhor forma de aproveitar o jogo em equipe, que permite entrar na luta facilmente com seus amigos. O multiplayer tem todos os modos clássicos de jogos FPS, como deathmatchcaptura de bandeira e “vale tudo” (free-for-all).
Quando testei o MC5, antes do lançamento, não havia (compreensivelmente) pessoas online para jogar em conjunto. Por isso, não posso comentar sobre a evolução que houve na jogabilidade. O que posso dizer é que os níveis parecem incrivelmente divertidos, e as análises prévias sobre o título eram positivas. 

Pegue sua arma e participe do combate

Os controles no Modern Combat 5 têm o mesmo problema enfrentado por muitos shooters em dispositivos touch: os joysticks na tela não respondem tão bem como controles reais. O joystick que controla seus movimentos está localizado no lado esquerdo da tela, e você especifica a direção movendo o polegar para a direita. O tiro, a granada, o zoom e os botões de habilidades especiais estão posicionados do lado direito da tela.
Os controles são responsivos em sua maioria, mas há alguns problemas, por exemplo a posição dos botões de tiro e de granada, que estão muito próximos um do outro. Houve alguns momentos em que eu acidentalmente joguei uma granada, e isso pode prejudicar seriamente a mecânica do game, especialmente se você está combatendo em lugares fechados. Isso não é uma falha do MC5, já que muitos outros títulos encaram a mesma questão. A Gameloft pretende lançar em breve suporte a gamepads. 

Visual e som do combate

Muito trabalho foi feito no Modern Combat 5 e a atenção aos detalhesé clara: os personagens parecem detalhados e fluidos nas animações, e os níveis são concisos o suficiente para não ficarem repetitivos. Não se trata exatamente de gráficos de games de console, mas ainda assim é um material topo de linha na categoria de títulos para dispositivos móveis.
Já o som do jogo é de alta qualidade. As armas têm efeitos sonoros próprios e outros tipos de ruído, por exemplo o de pneus derrapando, são bastante realistas. Também há toques mais sofisticados e sólidos de interpretação de voz, o que não é facilmente encontrado em jogos para celular. 

Apesar dos controles, ainda é ótimo para os fãs de FPS

Os controles podem ser irritantes e ruins, mas o Modern Combat 5 ainda é um game divertido com um multiplayer promissor. 

Dica de Game : Modern Combat 5 (Ios , Android e Windows Phone)

//quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
//Postado Por: Unknown
Ao ser lançado, em novembro, “Star Wars: Battlefront” marcará uma nova fase da icônica série cinematográfica no mundo dos games, agora sob comando da Disney e - pelo menos inicialmente - pela Electronic Arts.
Ainda assim, a série “Star Wars” tem um longo e marcante histórico nos videogames graças a sua antiga produtora, a LucasArts. Seja por RPGs, simuladores, jogos de tiro ou estratégia, a franquia gerou diversos clássicos.
Embora muitos destes jogos nostálgicos - como “Rogue Squadron II”, “Shadows of the Empire” e “Star Wars: Racer” - sejam bem difícieis de encontrar atualmente, graças ao poder da retrocompatibilidade, ainda é possível ter acesso a grandes títulos da série. E, como bônus, boa parte destes jogos está em promoção para celebrar o Star Wars Day, que acontece em 4 de maio.
Confira logo abaixo alguns dos principais clássicos dos games de “Star Wars” facilmente disponíveis por plataformas digitais. E aproveite para ouvir o Playground dessa semana, no qual a equipe de UOL Jogosdiscute as novidades que estão chegando em “Star Wars: Battlefront”.


“Star Wars: Knights of the Old Republic”

Gênero: RPG
Disponível em: Steam/GOG
Passando-se milhares de anos antes da série cinematográfica, “Star Wars: Knights of the Old Republic” tem como foco a guerra entre a República Galáctica e as forças do Lorde Sith Darth Malak. Liderado por seu personagem, um grupo de heróis improváveis deve explorar planetas em busca de uma poderosa e antiga arma que pode aniquilar qualquer exército.
Lançado em 2003 para PC e Xbox, “Knights of the Old Republic” foi um divisor de águas para a produtora Bioware. Já aclamada pela série “Baldur’s Gate”, “KOTOR” foi o primeiro jogo 3D do estúdio, e ainda é possível sentir sua influência em títulos como “Mass Effect 3” e “Dragon Age: Inquisition”.
O game foi sucesso de crítica e público, e até hoje é considerado por muitos como um dos melhores RPGs de computador de todos os tempos. Sua influência é tão significativa que é difícil não ver os paralelos entre o vilão de “O Despertar da Força”, Kylo Ren, e Darth Revan.
Em 2004, a LucasArts lançou a sequência “The Sith Lords”, produzido pela Obsidian Entertainment. O jogo trouxe mecânicas mais refinadas de combate - incluindo diferentes formas de estilo de luta - e uma narrativa mais sombria e complexa do que seu predecessor.
Infelizmente, por ter uma janela de desenvolvimento muito pequena, a Obsidian não conseguiu completar várias partes do jogo, ganhando fama por seu final abrupto. Felizmente, hoje em dia é possível ter acesso a parte deste conteúdo por meio de um mod.
O primeiro jogo também está diponível em plataformas iOS e Android.


"Star Wars The Old Republic”
Gênero: MMORPG
Disponível em: Origin
Quase dez anos após o primeiro “KOTOR”, a Bioware retornou ao mundo de “Star Wars” com o RPG Online “The Old Republic”, em 2011.
O game segue a narrativa apresentada nos jogos anteriores, desta vez mostrando a luta entre a República e o Império Sith.
A principal novidade de “The Old Republic” foi sua narrativa expansiva, em que o jogador poderia escolher entre 8 classes diferentes, cada uma com sua própria história e escolhas morais.
Originalmente por assinatura, “The Old Republic” atualmente possui um sistema de pagamento free-to-play, com benefícios para usuários que pagam por uma taxa extra.

"Star Wars Battlefront II"
Gênero: FPS
Disponível em: Steam/GOG/PSN (versão de PSP)
Se não quiser esperar até novembro para testar uma experiência multiplayer no mundo de “Star Wars”, ficará feliz em saber que, mesmo uma década depois, a comunidade de “Battlefront 2” ainda segue firme e forte.
No game, é possível escolher entre quatro diferentes facções - República, Império, Aliança Rebelde e Confederação de Sistemas Independentes - cada um com seis diferentes classes.
Também é possível controlar personagens icônicos de cada facção - como Obi-Wan Kenobi e Darth Vader - em determinados momentos do jogo. Estas figuras são significativamente mais fortes e resistentes do que soldados comuns.
“Star Wars: Battlefront II” também traz uma campanha singleplayer, que mostra a ascensão do Império pela perspectiva de um poderoso batalhão de Clones, culminando na invasão de forças imperiais à base de Hoth vista em “O Império Contra-Ataca”.
Mesmo com a desativação do sistema de multiplayer online GameSpy, que era responsável pelos servidores do jogo, ainda é possível acessar este modo graças ao programa GameRanger.
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  • PONTOS POSITIVOS
  • Partidas rápidas e divertidas
  • Escolhas estratégicas
  • PONTOS NEGATIVOS
  • Faltam recursos básicos
  • Poucos personagens na arena
  • Arremedo de campanha
  • Fácil de dominar


  • CONSIDERAÇÕES

    "Titanfall" é um jogo de tiro multiplayer online, nada mais e nada menos do que isso. Se você procura por uma história complexa e personagens profundos, veio ao lugar errado. Dito isso, "Titanfall" tenta - e até consegue - inovar dentro de um gênero que é tido como 'esgotado' de novas idéias e 'desgastado' pela quantidade enorme de jogos com o mesmo estilo e premissa.


    O game oferece partidas rápidas e viciantes, mecânicas simples de aprender e dominar mas que garantem um equilíbrio fino no campo de batalha, com cada tipo de Titan e Piloto tendo suas vantagens e desvantagens bem balanceadas.

    "Titanfall" falha ao tentar introduzir uma campanha multijogador e na falta de variedade de seus modos de jogo, entre outros detalhes, mas acerta em vários outros aspectos importantes e se não revoluciona, se garante como uma ótima pedida em jogos multiplayer.

    INTRODUÇÃO

    Primeira criação da Respawn Entertainment, "Titanfall" tem pedigree: é obra dos mesmos responsáveis por "Call of Duty" e por sua popular variação "Modern Warfare". Assim, as expectativas sobre o jogo não poderiam ser baixas.

    Com uma premissa de ficção-científica, o jogo tenta se distanciar do antepassado famoso e estabelecer identidade própria, coisa que consegue não tanto pela guerra entre IMC e Militia por recursos naturais, mas pelo calor das batalhas entre Pilotos, Titans, Grunts e Spectres em colônias arruinadas em mundos alienígenas.

    Faltam, porém, recursos básicos de títulos multiplayer e é preciso admitir, a quantidade de soldados nos mapas é pequena demais para a variedade de ação que o jogo oferece.

    PONTOS POSITIVOS

    • Partidas rápidas e divertidas
      Dentro do campo de batalha,
      "Titanfall" brilha como poucos jogos do gênero - "Call of Duty" é um exemplo óbvio, mas é necessário: o jogo da Respawn Entertaiment oferece a mesma satisfação imediata de uma boa partida de "Black Ops II", por exemplo. Outras comparações fáceis são "Counter-Strike" e "Team Fortress", da Valve.

      Você tem três tipos de Piloto para escolher, cada um com uma arma primária específica, mas em pouco tempo já pode modificar e criar suas próprias classes. O mesmo vale para os Titans: Atlas (intermediário; pau para toda obra), Stryder (leve e mais rápido) e Ogre (lento e mais resistente).

      São 15 mapas, com uma boa variedade de estilos, desde cenários amplos e com poucas alternativas para os Pilotos explorarem até mapas mais fechados ou com muitos prédios, tubulações e passagens para percorrer. Alguns mapas são mais apropriados para certos modos de jogo específicos, mas em geral, funcionam bem em todas as modalidades.

      Alguns modos de jogo não fogem do esperado: Attrition (mata-mata em equipe), Hardpoint (conquista de território), Capture the Flag (rouba bandeira). Em compensação, os modos Last Titan Standing (você já começa dentro do Titan, não tem 'respawn' e quem destruir todos os Titans do outro time vence) e Pilot Hunter (só as mortes de Pilotos contam para o placar), são únicos e muito divertidos - além de permitirem estratégias de time mais complexas do que as modalidades anteriores.

      A Respawn realizou um ótimo trabalho em equilibrar as diferentes armas, habilidades e poder de fogo dos diferentes personagens controlados pelos jogadores. No fim das contas, Pilotos e Titans são balanceados para que um não sobrepuje totalmente o outro, mas para que a presença de ambos altere a dinâmica do combate em cada situação.

      Os Titans são quase tão ágeis e respondem tão rápido quanto os Pilotos. Porém, não contam com a movimentação vertical destes personagens. Mais frágeis, os Pilotos precisam correr, saltar e usar outros truques para eliminar os rivais e os Titans - e para isso, a arma pesada anti-titan que carregam é essencial.

      "Titanfall" é um jogo de tiro quase sem falhas em sua mecânica, combinando com maestria rara elementos distintos como a movimentação vertical e rápida dos Pilotos com a capacidade de absorver e causar dano dos enormes Titans.
    • Escolhas estratégicas
    • Escolher entre as classes iniciais de Piloto é uma escolha básica no jogo, mas que se torna irrelevante assim que você libera a opção de configurar seu arsenal. A partir daí, as escolhas aumentam e é preciso levar em conta o modo de jogo e o próprio estilo pessoal do jogador na hora de selecionar que arma é mais adequada, qual granada e habilidade especial carregar e assim por diante.

      O mesmo vale para os Titans: após escolher qual classe usar, é preciso determinar bem suas habilidades e conhecer as limitações de cada alternativa.

      Por exemplo, o poder Vórtex Shield sempre parece uma boa pedida, mas é inútil contra um Piloto pendurado nas costas do robô. Nesse caso, é melhor disparar uma nuvem de eletricidade ao redor do Titan, fatal para Grunts, Spectres e em geral, Pilotos - mas que serve apenas como cortina de fumaça contra outros Titans.

      As 'Burning Cards' completam o sistema de personalização. São cartas ganhas ao cumprir desafios no jogo e que garantem vantagens para o jogador - mas para isso, a carta precisa estar no deck do jogador e ser queimada. Cada carta só pode ser usada uma vez e dura apenas uma vida - morreu, perdeu.

      Algumas cartas dão armas melhores, outras diminuem o tempo para a liberação do Titan. Outras, mais poderosas, oferecem a chance de colocar o Titan em campo imediatamente. Como você pode queimar uma carta logo no início do jogo, é possível entrar na partida com um Titan ao lado do seu time, uma vantagem e tanto nos minutos iniciais.
    • Fácil de dominar
    • "Titanfall" é cheio de opções de customização, mapas intrincados e pequenas táticas e estratégias de combate. Mas é muito fácil de entender, aprender e dominar.

      O básico do combate é muito parecido com o de "Call of Duty" e isso não é ruim - muitos jogos tentam mas poucos conseguem capturar a mecânica da série da Activision tão bem quanto este aqui. Não é coincidência que seja um jogo dos mesmos criadores.

      Leva apenas algumas partidas para entender como funcionam as minúcias de "Titanfall" e mesmo perdendo, você vai se divertir e ter pequenas vitórias em cada partida. É um game planejado para envolver o jogador e instigá-lo a continuar jogando, partida após partida.

      PONTOS NEGATIVOS

      • Faltam recursos básicos
      • Por ser uma experiência unicamente multiplayer online, "Titanfall" peca em não oferecer recursos básicos do gênero. Não há, por exemplo, a opção de votar no mapa da próxima partida. Acredite, com 15 mapas diferentes, pode demorar para você passar por sua arena favorita.
        Faltam também opções para partidas privadas, ou seja, reunir os amigos para jogar é mais complicado do que deveria.

        Ao jogar no servidor dedicado ao Brasil, muitas vezes é preciso depender da boa vontade de outros jogadores para conseguir experimentar modos de jogo menos populares do que o clássico mata-mata. Ou, como aconteceu durante a análise de UOL Jogos, encarar partidas em servidores de outras regiões, sujeitando-se a latências maiores que podem prejudicar a performance do jogador.
      • Poucos personagens na arena
      • A limitação de 12 jogadores por partida em "Titanfall" causou bastante discussão entre os jogadores quando foi anunciada. E, infelizmente, se mostra um problema depois de algum tempo de jogo.

        São seis Pilotos em cada time e potencialmente, mais seis Titans - que podem ser pilotados ou colocados em modo automático, dobrando a quantidade de personagens. Além deles, há os Grunts, soldados simples, fracos e meio burros - feitos para popular o cenário e dar aos jogadores iniciantes um senso de satisfação - e os Spectres, soldados robóticos que começam a surgir assim que o primeiro Titan entra na partida. O total, teoricamente, chega aos 48 personagens no mapa.

        Na prática, nem sempre você tem tantos personagens em campo. Os Grunts são inúteis, exceto para avançar a contagem para liberar os Titans (é fácil eliminar vários em sequência e assim acelerar o processo). Os Spectres são mais interessantes: você pode optar por hackear esses robôs e fazer com que mudem de lado.

        A falta de mais Pilotos é o maior problema: áreas mais altas do mapa só são alcançadas por eles, que acabam lutando a longa distância. Os mapas são grandes demais para tão poucos personagens com maior mobilidade.
      • Arremedo de campanha

      • A maior aposta da Respawn Entertainment estava na campanha multiplayer, ou melhor, no 'modo campanha': são duas séries de nove mapas que devem ser jogados em sequência, apresentando a história do jogo, as facções e suas motivações.

        Primeiro, você joga com a Militia, grupo de descontentes que planeja tomar a Fronteira (como são chamadas as colônias/mapas onde rolam as partidas) e seus recursos. Depois, joga com o IMC, o exército que está lá para impedir que esses recursos sejam conquistados.

        Há algumas cenas introdutórias, mas em geral, a trama é contada em arquivos de áudio entre uma partida e outra, enquanto você está mais concentrado em selecionar o arsenal que vai usar no jogo seguinte.

        O pior é a sensação de que você está apenas "assistindo" uma história: os Pilotos dos jogadores não são os protagonistas, as ações destes são narradas em cenas estáticas durante as partidas e pouco importa vencer ou perder as partidas. Você vai "passar de fase" independente do resultado.

        A campanha não serve sequer como tutorial para o jogo, pois só oferece partidas nos manjados modos Attrition e Hardpoint. Ou seja, ou é um mata-mata frenético ou é conquista de território. Leva umas 4 horas para você terminar tudo e liberar os Titans Stryder e Ogre para usar no resto do game - que é, de fato, onde a diversão se encontra.






Análise: Titanfall

//segunda-feira, 21 de abril de 2014
//Postado Por: Unknown
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Anunciadas na CES 2014, os televisores da linha Bravia, da Sony, capazes de rodar jogos através do serviço de streaming PlayStation Now, chegarão ao mercado norte-americano em junho. Serão nove modelos, com preços que irão variar entre US$ 2100 e US$ 25 mil.
O PlayStation Now permitirá que os donos de TVs da linha Bravia acessem jogos de PS1, PS2 e PS3, com um DualShock 3, através de uma conexão de rede.
Além do serviço, todas as TVs terão suporte para a tecnologia Ultra HD, que apresenta resolução de 4 mil pixels em cada linha, quatro vezes mais alta que o Full HD (em termos de área), de 2 mil pixels por linha.
A Sony do Brasil ainda não anunciou quando esses televisores chegarão ao mercado nacional.
Pelos poderes da Nuvem
Além das TVs Bravia, o PlayStation Now poderá ser acessado através de outros aparelhos da Sony, como PS4 e PS Vita.
O serviço está em fase de testes fechados. A previsão é que seja lançado primeiramente nos EUA e Canadá, seguido por Japão (no final do ano) e Europa (início de 2015).
Não há previsão para a chegada no Brasil.
Lançado no Japão em 21 de abril de 1989, o Game Boy não foi o primeiro console portátil, mas foi, sem dúvidas, o mais importante. Talvez os jogadores de gerações mais recentes não entendam o impacto desse videogame, mas ele foi fundamental para o surgimento de franquias consagradas como "Pokémon".
É possível estabelecer um paralelo válido entre o Game Boy e os smartphones de hoje em dia, que permitiram executar os trabalhos do computador sem a necessidade de estar preso a uma máquina fixa. O pequeno notável da Nintendo fez uma revolução tão grande quanto o Atari 2600, que popularizou os consoles caseiros – apesar desse também não ter sido o pioneiro na área, pois o Magnavox Odyssey veio bem antes.
Muito antes do Game Boy, já em meados da década de 1970, havia pequenos jogos eletrônicos de bolso produzidos pela Mattel. Em 1980, a Nintendo começou a lançar uma série de portáteis com apenas um título cada, chamados Game & Watch. Reza a lenda que Gunpei Yokoi, que anos depois criaria o Game Boy, viu um homem entediado brincando com uma calculadora e teve a brilhante ideia de transportar isso para o universo dos games.

No entanto, esses jogos eram meros passatempos simples e descompromissados. A grande inovação do Game Boy foi levar para os portáteis a complexidade de consoles de mesa, permitindo que se tenha a experiência completa de um título de peso em qualquer lugar. Tá certo, no começo não era bem assim: a psicodelia pixelada quase monocromática do Game Boy era alimentada por um processador de modestos 3,59 Mhz, o que não permitia grandes ousadias.



Mesmo com jogos em preto e branco, gráficos que não passavam de borrões de pixels e ruídos simples incompreensíveis, o Game Boy permitia a conexão entre os jogadores por meio do nostálgico e inovador cabo link. Graças a essa função, tornou-se possível jogar com outras pessoas mesmo num portátil, o que foi a base para a aparição dos monstrinhos de bolso da série "Pokémon".
O mais importante é que o saudoso console criou um conceito que perdura até os dias de hoje e que ficou cada vez mais vibrante a cada nova geração. Com os sucessores Color, Advance e, posteriormente, a família DS, além dos concorrentes PSP, Vita, Game Gear e os smartphones, ficou claro que os portáteis têm o potencial de levar os games a todos os cantos. Os títulos ficaram cada vez mais complexos à medida que a capacidade de processamento foi aprimorada. Se hoje podemos jogar títulos de peso em qualquer canto, isso se deve ao legado do Game Boy.
Indo dos games da própria Nintendo como “Legend of Zelda: Link’s Awakening”, “Oracle of Ages/Seasons”, “Kirby’s Dream Land”, duas gerações de “Pokémon”, “Metroid II” e “Super Mario Land” aos desenvolvidos por empresas third party como “Final Fantasy Adventure”, “Metal Gear Solid”, “Castlevania II: Belmont’s Revenge”, “Mega Man V” e “Ducktales”, a biblioteca de jogos do Game Boy original (o bom e velho 'tijolão' e suas variações, como Color, Pocket e Light) era extensa e variada.
Um verdadeiro marco na história dos videogames, o nostálgico Game Boy deu o pontapé inicial para toda uma indústria de portáteis há exatos 25 anos e sempre será lembrado pelas futuras gerações.





O clássico filme da Disney de 1940, é a inspiração para "Fantasia: Music Evolved", jogo da Harmonix que será lançado no final de 2014. Mas remando contra a maré da grande tendência da atualidade, o jogo não terá suporte às transmissões em tempo real do Twitch.
A ausência das transmissões é fruto de restrições existentes por conta dos direitos autorais das músicas do filme e do jogo, que vão desde obras de Mozart até clássicos modernos, como "Bohemian Rapsody", do Queen, "Seven Nation Army", dos White Stripes e "Royals", da cantora "Lorde".
A Harmonix, produtora do jogo, afirma que está buscando alternativas para que jogadores possam compartilhar trechos de suas sessões de jogo e garante que terá novidades até o lançamento do game.
Música e Magia
"Fantasia: Music Evolved", título exclusivo de Xbox 360 e Xbox One, fará uso do Kinect para dar a jogadores o controle sobre as músicas do jogo, criando remixes e versões das canções, e progredindo assim pelos cenários clássicos do filme da Disney.

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Antes de "Call of Duty", havia "Halo". Antes de "Halo",
"Counter-Strike". E por aí vai.

Desde o início dos anos 1990, shooters em primeira
pessoa têm um lugar importante no centro da indústria.
Milhões e mais milhões de cópias de jogos de tiro são
vendidas todos os anos. E dentre os lançamentos é
sempre possível identificar um grande destaque, que
pode ser descrito como 'a cara do gênero'.

"Call of Duty 4: Modern Warfare" marcou a ascenção da
série da Activision ao desejado posto, e mesmo hoje,
seis anos depois, "Black Ops II" ainda renova a posição
da marca no topo do gênero, quebrando vários recordes
de vendas.
Mas os tempos mudam, e da mesma forma que "Call of
Duty" roubou a coroa de "Halo", uma outra série pode
assumir seu lugar a qualquer momento. Isso não
aconteceu até agora, mas a chegada de uma nova
geração tem o potencial de mudar completamente o
cenário. "Ghosts" está a caminho, mas outros fortes
concorrentes também preparam suas armas para entrar
na arena.
Qual será o game que você escolherá para saciar sua
vontade de um bom shooter a partir do fim do ano?
Um "Call of Duty" novo por ano já é tradição. Mas,
diferente de seus predecessores, "Ghosts" promete fazer
uma pequena revolução no conceito do que é um jogo
da série.
O multiplayer do game terá pela primeiras vez soldados
personalizáveis, mapas dinâmicos, e até mesmo novos
comandos, como as possibilidades de escorregar após
uma corrida e inclinar-se na beira de uma parede. Essas
mudanças deverão diferenciar o título de seus
antecessores sem com que o ritmo acelerado da
experiência conhecido por fãs seja alterado.
Como sempre, "Ghosts" terá uma separação clara entre
campanha e multiplayer. Sua trama terá como cenário
um mundo em que os EUA não são mais considerados
uma superpotência e soldados de todas as divisões das
Forças Armadas do país precisam unir-se para combater
um novo oponente misterioso.

Sempre no encalço de "Call of Duty", a série de shooters
de maior sucesso da Electronic Arts continuará sua
caçada na nova geração. A proposta de "Battlefield 4" é
a de incrementar as experiências vistas em seu
predecessor com gráficos mais avançados do que nunca.
A volta do 'Commander Mode' de "Battlefield 2142" , que
dá ao jogador uma visão estratégica do mapa do campo
de batalha e a possibilidade de coordenar os esforços de
seus companheiros, é uma das novidades do
multiplayer, que terá cenários inteiros construídos em
torno da dinamicidade.
No novo game, jogadores ganharão as habilidades de
revidar investidas com facas, atirar enquanto nadam e
até mesmo mergulhar para evitar os olhos inimigos. Pelo
que a EA indica, "Battlefield 4" oferecerá o mesmo tipo
de conteúdo de "Battlefield 3" – mas maior do que
nunca.

Um dos novos desafiantes no campo dos shooters é
"Titanfall" , da Respawn Entertainment – estúdio criado
pelas principais mentes por trás da concepção de "Call
of Duty". Abraçando temas de ficção científica, o jogo
parece ter o mesmo foco na ação acelerada da série de
shooters militares da Activision, mas com algumas
grandes diferenças.
Mais ágeis, os personagens jogáveis do título são
chamados 'pilotos'. Eles conseguem realizar manobras
acrobáticas como correr pelas paredes que verticalizam
os combates, e ganham o título que têm por serem
capazes de pilotar enormes robôs humanoides
chamados 'Titans' durante enfrentamentos.
Mesmo sendo exclusivamente multiplayer, "Titanfall"
terá alguns elementos próprios de um game para uma
única pessoa embutidos em sua jogabilidade, como uma
trama, cutscenes e até mesmo personagens controlados
pelo computador.

"Destiny" , por sua vez, é o novo projeto dos criadores
de "Halo". Tendo como cenário um universo pós-
apocalíptico em que alienígenas são oponentes que
empurraram a humanidade à quase extinção, o jogo
apresenta-se como o mais ambicioso dessa nova leva
de shooters.
No papel de um 'Guardião da Cidade', os protetores da
humanidade, jogadores deverão explorar livremente as
áreas desse 'shooter de mundo compartilhado',
conforme descrito pelo estúdio Bungie. Nele, mesmo
quando estiverem jogando sozinhos, os fãs poderão
deparar-se com outros usuários ou até mesmo eventos
online repentinos remanescentes de MMOs.
Pontos de experiência, níveis e até mesmo 'loot' serão
outros elementos herdados dos RPGs online que estarão
presentes em "Destiny" , que parece expandir os
conceitos de "Borderlands" a um nível ainda não
pensado pela Gearbox Software.

Conheça os shooters que disputam o trono de "Call of Duty"

//quarta-feira, 10 de julho de 2013
//Postado Por: Unknown

Ele virou meme na
internet, mas a Activision parece nem
ligar para isso. Riley, o companheiro
canino do jogador em “Call of Duty:
Ghosts” é levado a sério pela empresa.
Segundo os representantes da Infinity
Ward no estande da Activision na E3
2013, essa é uma das novas técnicas
de infiltração que os militares norte-
americanos utilizam atualmente.
Mas antes de falar sobre o infame
cachorro é preciso falar um pouco da
história de “Ghosts”, que segue em uma realidade alternativa em que os
eventos de "Mordern Warfare" nunca aconteceram, seus personagens
nunca existiram. Aqui é um novo conflito. Uma nova guerra.
Os detalhes são escassos, mas sabemos que um ‘grande evento’
aconteceu nos EUA há 10 anos, acabando com seu status de
superpotência mundial.
Em vez de um monte personagens sem muita relação entre si, como nos
jogos anteriores, aqui você vai acompanhar a história de dois irmãos
que fazem parte de um grupo de soldados chamados Ghosts, que vão
lutar contra uma força desconhecida, mas, ao que parece, tem ligação
com as companhias petrolíferas da América do Sul.

Uma guerra animal
Durante a E3 a Activision fez uma apresentação que mostrou três partes
da campanha solo. A primeira delas, No Man’s Land, se passa em San
Diego, agora uma cidade devastada, com casas caindo aos pedaços,
prédios desmoronando e ruas destruídas. A mata tomou conta do lugar,
dando a impressão de ser qualquer lugar - menos uma cidade dos EUA.
Essa parte foi bastante focada na
forma em que Riley é usado no
jogo. O seu 'pet' é muito mais do
que um companheiro controlado
por inteligência artificial. Na
verdade ele é uma ferramenta de
reconhecimento, que se esgueira
pela mata, identifica e ataca
inimigos desavisados.
O jogador controla o cão com um
tablet, dando ordens para ele
andar sorrateiramente, latir para
chamar atenção ou pular num
pescoço dando mole.
Ou seja, ele age como um drone
dos games anteriores. Logo no
começo da demonstração vimos o cachorro ser a principal arma para se
infiltrar em um acampamento tomado por um exército inimigo.
Essa parte do jogo foi bem tensa, com muitos momentos de ação e
adrenalina. Porém pude notar que os inimigos não atacavam o cachorro.
Na verdade eles fugiam de medo, ficando vulneráveis a disparos do
soldado controlado pelo computador.
O produtor que fazia a apresentação foi questionado sobre o que
acontece quando o cachorro é morto pelos inimigos e ele respondeu o
seguinte: “O que acontece quando seu personagem morre?” – deixando
claro que Riley é uma extensão essencial do personagem do jogador.

Uma guerra mascarada
A segunda parte da demonstração acontece na cidade de Caracas,
Venezuela. Lá os Ghosts devem invadir um prédio comercial bem alto e
eliminar um alvo não revelado.
Como era noite, os fantasmas vestidos de preto utilizam uma técnica de
rapel para descer pela lateral do prédio e eliminar uma série de soldados
inimigos. Nesse ponto a apresentação do jogo parecia seguir a linha dos
jogos de Tom Clancy, como “Rainbow 6” ou os atigos “Splinter Cell”,
dando mais atenção à parte tática do que no confronto direto.
Depois de eliminar alguns soldados inimigos, o seu personagem entra na
sala de energia do prédio, adiciona uma bomba e elimina um esquadrão
de reconhecimento sem chamar atenção.
Ao sair pela janela o jogo mostra uma cena em que o seu soldado
elimina mais uns três inimigos sorrateiramente, mas a tela apaga e
aparece uma legenda que diz “momentos depois”. A cena corta para o
prédio em que os Ghosts estavam desabando. A cena foi rápida, mas
bastante emocionante.
A terceira e última parte da apresentação, Into the Deep, mostra os dois
irmãos no fundo do mar do Caribe em busca de um navio. O cenário é
simplesmente fantástico, dá a impressão de estar assistindo a um
documentário sobre a vida marítima do National Geographic ou coisa
parecida.
Essa fase, quase uma tech demo, serviu para mostrar a técnica de
refração de luz da nova engine de “Call of Duty”, pois os soldados
passaram o tempo todo nadando em direção ao objetivo. Apenas no final
da demonstração houve um pouco de ação, mas nada muito
impressionante.
No final das três demonstrações ficou claro que a Infinity Ward e a
Activision vão continuar a entregar aos fãs da série o que eles querem:
ação incessante, momentos tensos e uma história cinematográfica.
Tudo ficou mais bonito com a nova engine, desenvolvida para receber de
braços abertos a nova geração de consoles. Tudo é muito bonito, muito
detalhado e em nenhum momento o jogo engasgou ou mostrou uma
deficiência técnica.
Mas continua sendo “Call of Duty”, sem tirar nem por. É um jogo de ação
excelente, sim, só que sem novidades substanciais de verdade. É como
dizem: em time que está ganhando não se mexe – e esse ditado é
seguido ao pé da letra pela Activision.

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 Após a recepção pouco calorosa dos jogadores ao passe online, a Electronic Arts anunciou que vai abrir mão desse sistema nos seus games.

"Sim, estamos abrindo mão do Online Pass. Nenhum de nossos novos títulos terá essa opção", explicou John Reseburg, diretor sênior de comunicação coorporativa da Electronic Arts.

"Inicialmente lançado como um esforço para entregar opções completas de conteúdo online e serviços, muitos jogadores não curtiram o formato. Ouvimos o que eles disseram e decidimos abrir mão [do passe]", explicou Reseburg.

Alguns jogos da empresa, como "Battlefield 3" e "Need for Speed Hot Pursuit", usam o passe online na modalidade multiplayer. Caso o código encartado na caixa do game já tenha sido usado, o jogador precisa pagar uma taxa para conseguir uma nova numeração e ganhar acesso completo às opções em rede.

O passe online foi adotado por várias empresas como uma forma de diminuir a compra de jogos usados. Além da Electronic Arts, Sony, Warner Bros. e outras companhias também recorreram à opção em alguns de seus títulos.

Electronic Arts abandona passe online para seus jogos

//sexta-feira, 17 de maio de 2013
//Postado Por: Unknown


Você está jogando seu FPS favorito, se depara com o líder em baixas da sala, não dá nem tempo de pensar em mirar nele e... já era. Eliminado. “Cheater”, você logo pensa. Mas muito do que reflete as habilidades de seu oponente pode estar escondido atrás de um bom mouse.
 Para começar, um bom mouse não é só aquele que é leve ou que encaixa bem na sua mão. Trata-se de uma união de características - muitas delas bem técnicas - que determina se o mouse pode ou não ter uma boa performance em jogos. Entretanto, dados técnicos não são tudo: nunca deixe de testar o mouse em questão para ver se ele é mesmo a sua “cara”.

Eis os fatores que você deve levar em consideração:
 Resolução
Medida por DPI (pontos por polegada, traduzido do inglês), é a referência mais comum para aferir a sensibilidade do mouse: quanto maior o valor, mais sensível. Os mouses mais modernos já possuem um botão específico para configurar a sensibilidade, descartando a necessidade de usar um software. Frequentemente o ideal é um valor de sensibilidade não tão alto, sendo importante regular a taxa de captação para um valor maior.

Taxa de Captação
Comumente conhecida entre os gamers por “Polling Rate”, a taxa de captação é o valor em Hz (Hertz) do intervalo em que o mouse manda informações para o computador. Ou seja, uma taxa maior significa que o mouse manda mais vezes as informações de sua posição. Há quem acredite usar um valor mais alto faz decair a vida útil do mouse. Nada confirmado, na realidade.

Peso e tamanho
São dois fatores determinantes em um mouse. Felizmente, hoje em dia, os bons mouses vêm com regulagens para controlar o peso. Em relação ao tamanho, vai do gosto e, por isso mesmo, é bom testar o mouse antes: alguns mouses são pequenos e outros grandes demais, o que prejudica a jogatina e, mais ainda, as tarefas cotidianas.
Aceleração
A taxa de aceleração também está atrelada à resolução do mouse e, nos modelos mais novos, costuma a chegar em até 30g (onde “g” significa gravidade), ou seja, 30 vezes a força da gravidade. Na prática, é meio que “perfumaria”: confie sempre mais na resolução e taxa de captação do seu mouse.
Com ou sem fio?
Aqui a pergunta é retórica, pois geralmente os mouses sem fio são mais pesados que os com fio e, se você busca de fato mais precisão nos movimentos, vai optar por escolher um bom mouse com fio que possua ajuste de peso.
Selecionamos cinco modelos de mouse que figuram nas prateleiras brasileiras como opção para quem quer desfrutar máxima performance em games:


Vídeo no YouTube mostra cena inicial de 'Episódio IV' feita com blocos.
Usuário recriou outras cenas dos filmes em 'Minecraft'.

Um fã da série de filmes "Star Wars" recriou no game independente "Minecraft" cena inicial clássica do primeiro filme da saga, "Episódio IV: Uma Nova Esperança" usando os blocos do game para criar as naves e os personagens.



O vídeo foi feito pelo usuário "ParadiseDecay" no YouTube e tem pouco mais de cinco minutos. Ele diz ser fã do jogo de mundo aberto e visual baseado em blocos que permite ao jogador criar praticamente tudo o que quiser usando diferentes materiais como pedras, minérios e madeira, por exemplo.
Ele não informou quanto tempo levou para construir as naves espaciais e personagens usando os blocos de "Minecraft" e ainda gravar o vídeo, que usa o som e as músicas originais de "Star Wars".



Além da cena clássica de "Episódio IV", "ParadiseDecay" recriou também outras cenas importantes da série de filmes criadas por George Lucas como a fuga no campo de asteroides em que Han Solo pilota a nave Millenium Falcon e a batalha de Hoth, ambas de "Episódio V: O Império Contra-Ataca" e o confronto na trincheira da Estrela da Morte, onde Luke Skywalker explode a arma gigantesca do império em "Episódio IV" (clique aqui para assistir a mais vídeos).
Ele prometeu criar mais vídeos baseados nas cenas do filme usando "Minecraft".

Fã recria cena clássica de 'Star Wars' no game 'Minecraft'

//sexta-feira, 10 de maio de 2013
//Postado Por: Unknown
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Além de "Tekken Tag Tournament 2", mais um game passa a integrar a lista de jogos da edição deste ano do campeonato EVO: "Injustice: Gods Among Us".

"Injustice: Gods Among Us" não apareceu na lista inicial de jogos do EVO porque os organizadores gostariam de se despedir de "Mortal Kombat", mas mudaram de ideia e optaram por ter ambos os games na competição.

Veja a seguir os nove jogos confirmados para a edição 2013 do EVO:

OS JOGOS DO EVO 2013
Injustice: Gods Among Us
Super Smash Bros. Melee (escolhido pelos jogadores)
Persona 4 Arena
King of Fighters XIII
Street Fighter X Tekken
Tekken Tag Tournament 2
Ultimate Marvel vs. Capcom 3
Super Street Fighter IV: Arcade Edition
Mortal Kombat
O Evo 2013 acontece em Las Vegas, nos Estados Unidos, de 12 a 14 de julho. A mais popular categoria do torneio é a de "Super Street Fighter IV: Arcade Edition". Na edição passada quem venceu foi o sul-coreano Seon-Woo-Lee.


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Falando à revista Game Informer, Shuhei Yoshida, presidente da Sony Worldwide Studios, disse que a ideia de exigir que o PlayStation 4 estivesse sempre conectado à internet não chegou a ser considerada pela empresa.

"Se nós consideramos [a opção sempre online]? Não. A razão principal é que muitos países não têm boas conexões com a internet. Isso faz sentido para pessoas que tem internet para jogar games online, mas para jogar offline há muitos países que vimos que realmente não possuem um bom serviço de banda larga", explicou Yoshida.

O comentário pode ter sido uma reação aos rumores que circulam na rede há algum tempo, de que o sucessor do Xbox 360 vai exigir conexão constante com a internet.

Caso isso seja real, a confirmação será feita em um evento agendado para 21 de maio, no qual a Microsoft vai revelar o novo console e que será transmitida ao vivo pelo UOL Jogos.

Anunciado na conferência PlayStation Meeting realizada em 20 de fevereiro, o PlayStation 4 está agendado para chegar às lojas no final do ano. O preço do videogame ainda não foi divulgado.
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